A creatina aumenta a força muscular em idosos?

O envelhecimento é um processo natural do organismo à medida que os anos passam. Ele é responsável por promover diferentes mudanças fisiológicas significativas que podem comprometer a qualidade de vida, se não forem amenizadas com estratégias clínicas.

A mudança na composição muscular com o envelhecimento é resultado de uma redução da força e da concentração de creatina no músculo. Como consequência, podem-se observar limitações nas atividades de vida e também na prática esportiva. Os níveis de atividade física também sofrem um declínio na rotina de idosos e pessoas em fase de maturidade, condição que pode comprometer, por sua vez, a aptidão física e perda da capacidade funcional.

O organismo apresenta uma capacidade máxima para a síntese de creatina endógena, função que se reduz ao longo dos anos e que compromete a força muscular significativamente. A suplementação de creatina é uma estratégia com eficiência para modular essa mudança corporal, especialmente na rotina de idosos fisicamente ativos.

Em torno de 95% da composição de creatina é encontrada no sistema musculoesquelético. Ela atua especificamente como depósito energético acelerado quando ocorre o processo de contração muscular. Sendo assim, a redução do seu estoque intramuscular ocasiona uma redução da força e uma contração ineficiente que prejudica até mesmo a mobilidade do idoso.

A Creapure® oferece um tipo de creatina mono-hidratada de alto grau de pureza, qualidade e segurança. O aumento da massa e da força muscular promovido pela creatina suplementada promove mais aptidão física e pode contribuir para potencializar a saúde, o bem-estar e a vitalidade na idade avançada. Estudos mostram a eficácia da utilização deste suplemento na qualidade de vida de pacientes idosos, pois aumenta a força muscular.

A New Millen traz em sua linha Clinical Series voltada a atender às necessidades clínicas de diferentes públicos, e não apenas atletas e esportistas, o Senior Drink. Suplemento em pó para preparo de bebida com alta densidade de nutrientes e indicado para complementação da dieta de pessoas acima de 40 anos e idosos. Com tecnologias avançadas de ingredientes, apresenta em sua composição a creatina Creapure® combinada com colágeno hidrolisado Bodybalance® e taurato de magnésio TauroMag®.

Referências

LUA, A. et al. Creatine supplementation: can it improve quality of life in the elderly without associated resistance training? Curr Envelhecimento Sci., v. 6, n. 3, p. 251-7, dez. 2013

KOYAL, G.; MARIN, B. Influence of exercise and aging on extracellular matrix composition in the skeletal muscle stem cell niche. J Appl Physiol., v. 121, n. 5, p. 1053-1058, nov. 2016.

KRISTEN, M. et al. Aging of the skeletal muscle extracellular matrix drives a stem cell fibrogenic conversion. Aging Cell., v. 16, p. 518-528, 2017.

5 reações que todo maromba já teve

Dieta, suplementação e treino são apenas alguns dos cuidados que o monstro tem de ter para conquistar o shape dos sonhos. Para isso, também, precisa ter disciplina, foco e muita determinação.

Você sabe do que estamos falando! Então se liga nas 5 reações que, com certeza, você também já teve alguma vez nessa vida de maromba:

1 – Seus amigos, quando você leva sua marmita proteica para o rolê…

Seus amigos:

Você:

Qual é o problema, monstrão? Afinal de contas você tem foco demais para sair da meta, ora.

2 – Academia lotada na segunda-feira…

Não tem jeito, tem de ter paciência, mas que sua reação mental é essa, com certeza, é!

3 – Não encontra uma camisa social que passe pelos bíceps…

Trincar o shape tem seus benefícios, mas experimente ter de usar uma roupa social.

4 – Quando alguém pergunta, pela centésima vez, quantos quilos você levanta no supino…

Pior ainda quando fala: “Há, então aumenta mais dez, aí”.

5 – “Olha, tem um músculo novo aqui!”

Diz aí! A gente sabe que você já se pegou na frente do espelho comemorando os resultados do treino. E comemora mesmo, monstro, você merece!

A perda de gordura corporal é influenciada pela qualidade do sono?

O sono é parte essencial da rotina e requer cuidados e atenção redobrados, uma vez que ele está diretamente associado à promoção da saúde e recuperação corporal. Estudos epidemiológicos e experimentais indicam que o sono mais curto está correlacionado com a incidência de obesidade, hipertensão e outros distúrbios metabólicos. Assim, podemos destacar que a ciência vem associando os possíveis mecanismos relacionados à influência da falta de sono no estilo de vida de grande parte da população.

Quando o ciclo circadiano é interrompido, diversos prejuízos podem acontecer nos mecanismos de homeostase corporal, especialmente associadas ao metabolismo. Um sono de qualidade pode ser influenciado por uma combinação de fatores, que incluem a genética, o ambiente e os fatores psicológicos e culturais. Um dos estudos relatou que indivíduos que têm uma duração de sono menor do que seis horas por noite apresentam maior propensão a ter excesso de peso corporal, enquanto que pessoas que dormem em média 8 horas por noite tendem a perder peso com mais facilidade.

Relação de gordura corporal x Sono

Um estudo (2012) avaliou a relação entre a qualidade e quantidade de sono e alterações no peso corporal em mulheres com sobrepeso que participaram de um programa de emagrecimento. A perda de peso significativa seria demonstrada com mais frequência em mulheres que relatam um melhor Índice Global de Qualidade do Sono (PSQI) ou duração do sono maior do que 7 horas por noite em comparação com mulheres que relatam um pior escore ou período menor a 7 horas. No início do estudo, 52,7% indicaram pontuações do PSQI acima do ponto de corte clínico de 5. A qualidade de sono subjetiva foi um fator determinante que aumentou a probabilidade de perda de peso em 33%. Os resultados do estudo sugeriram que a qualidade e a quantidade do sono podem contribuir para a perda de peso em estudos baseados em intervenção.

A nutrição pode interferir positivamente na regulação do sono e induzir a perda de peso de forma associada. Diferentes componentes nutricionais atuam no ritmo circadiano e na aceleração do metabolismo em busca de aumentar a utilização de gordura como fonte de energia até mesmo no período de sono.

Para isso, você conta com um produto eficiente da New Millen: Thermo Sleep, suplemento que auxilia na queima de gordura, na sensação de bem-estar, na qualidade de sono, no funcionamento do sistema imune e no controle de saciedade, possuindo um grande diferencial de auxiliar no emagrecimento noturno. Sua exclusiva fórmula contém quantidades comprovadas de nutrientes para garantir resultados efetivos.

Referências

THOMSON, C. et al. Relationship Between Sleep Quality and Quantity and Weight Loss in Women Participating in a Weight-Loss Intervention Trial. Obesity, v. 20, n. 7, p. 1419-1425, jul. 2012.

CHANG, M. et al. Sleep and weight loss in low-income overweight or obese postpartum women. BMC Obesity, v. 6, n. 12, p. 1-7, 2019.

FILHO, E. e al. Relation between body composition and bone mineral density in young undregraduate students with different nutritional status. Einstein., v. 14, n. 1, p. 12-7, 2016.

COELHO, M. et al. Prejuízos nutricionais e distúrbios no padrão de sono de trabalhadores da Enfermagem. Rev Bras Enferm., v. 67, n. 5, p. 832-42, set. 2014.

As proteínas vegetais atendem à oferta suficiente de aminoácidos

As proteínas são macronutrientes essenciais para o funcionamento de todas as células e que atuam em diferentes atividades fisiológicas. Elas são responsáveis pela regeneração de tecidos, atuam como catalisadores de reações químicas relacionadas a hormônios e enzimas e apresentam importante papel no crescimento e reprodução.

O aporte de proteínas deve ser realizado por meio da alimentação equilibrada e da suplementação de qualidade. Na prática esportiva, esse consumo deve ser ainda mais monitorado, uma vez que a proteína é o macronutriente-chave para a síntese de massa muscular.

A escolha de suplementos proteicos de origem vegetal vem crescendo na prática esportiva, e não apenas por pessoas adeptas ao vegetarianismo. Ao contrário do que se pensa, as proteínas vegetais possuem aminoácidos em quantidades adequadas e são consideradas completas. Os suplementos são utilizados com objetivo de auxiliar na hipertrofia muscular, no aumento da força e na recuperação pós-exercício, de forma mais natural e com maior digestibilidade quando comparados às proteínas animais. Dos ingredientes mais utilizados nesses suplementos, destacam-se as proteínas de ervilha e de arroz.

Suplementação à base de proteínas de arroz e ervilha

Os efeitos da suplementação de proteína de arroz foram investigados em um estudo (2012) que avaliou a capacidade de melhora nos níveis de lipídeos e adiposidade, em um modelo de estudo animal. A proteína de arroz demonstrou redução de concentrações plasmáticas de glicose e lipídeos, além de observar diminuição importante do acúmulo de tecido adiposo no fígado. Ainda, é possível afirmar que a proteína de arroz fornece aminoácidos em quantidades adequadas.

Já a proteína de ervilha, por sua vez, foi avaliada pela sua capacidade de aumentar a espessura e força muscular, então, comparando-a om a utilização de whey protein e placebo. Um estudo de 2015 pontou que as proteínas vegetais, como a de ervilha, apresentam qualidade de aminoácidos de alto valor biológico e podem ser escolhidas como opções aos produtos à base de proteína do soro do leite, de acordo com a preferência de cada um. Portanto, pode-se dizer que a eficácia na modulação da massa muscular com o consumo de proteínas vegetais é semelhante à do whey protein.

A linha clínica da New Millen conta com a presença do Vegan Protein, um suplemento feito com proteínas concentrada de ervilha e concentrada de arroz, enriquecido com fibras inulina e fruto-oligossacarídeos. Conheça mais no site!

REFERÊNCIAS

LI, H. et al. Rice protein suppresses ROS generation and stimulates antioxidant gene expression via Nrf2 activation in adult rats. Gene, v. 585, n. 2, p. 256-64, jul. 2016.

WITARD, O. et al. Protein Considerations for Optimising Skeletal Muscle Mass in Healthy Young and Older Adults. Nutrients, v. 8, n. 181, p. 1-25, 2016.

YANG, L. et al. Rice protein improves adiposity, body weight and reduces lipids level in rats through modification of triglyceride metabolismo. Lipids in Health and Disease, v 11, n. 24, p. 1-10, 2012

Imunidade x Desempenho Esportivo: entenda a relação direta

O treinamento esportivo em qualquer modalidade de alta intensidade, como corrida, ciclismo, natação e crossfit, desencadeia diferentes alterações no organismo que devem ser moduladas. Um treino de resistência, por exemplo, depende do uso de oxigênio no sistema musculoesquelético para fornecer energia. Essa ação oxidativa potencializa a produção de radicais livres, que são reativos, aumentando as defesas antioxidantes necessárias para proteger as células.

Quando há excesso de exercício físico com tempo reduzido de recuperação, o organismo tende a desenvolver uma condição chamada de estresse oxidativo. Tal condição afeta o equilíbrio corporal e desencadeia alterações na resposta imunológica que podem comprometer o rendimento esportivo. O overtrainning também pode acontecer em consequência ao excesso de volume e intensidade nos treinamentos, aumentando-se a importância de uma boa suplementação para o reforço da imunidade do atleta ou praticante de atividade física.

Inovação na suplementação esportiva com manejos clínicos!

Ao pensar em estratégias nutricionais, a melhor alternativa para prevenir desequilíbrios que reduzam a performance e aumentem o risco de desenvolver infecções e processos inflamatórios é a modulação imunológica com suplementos específicos à base de nutrientes e compostos bioativos.

Diferentes componentes com capacidade imunomoduladora vêm sendo estudados na literatura científica. Um estudo (2012) avaliou a eficácia da suplementação com betaglucana (Wellmune®) na imunossupressão induzida pós-exercício em 60 participantes do sexo feminino e masculino. Durante 10 dias, os grupos, divididos entre intervenção e placebo, foram avaliados em um modelo duplo-cego com período de 7 dias de retirada, em que utilizavam o suplemento ou placebo antes de uma sessão de ciclismo. A suplementação com betaglucana foi capaz de aumentar a produção de interleucinas anti-inflamatórias em duas horas após a utilização do extrato. Além disso, um aumento potencial de leucócitos (neutrófilos e monócitos) plasmáticos foi observado, com isso,  comprovando sua eficácia na modulação da imunidade.

Outro ingrediente que merece atenção quanto ao reforço imunológico é a cúrcuma ou açafrão-da-terra, que possui eficiência comprovada na manutenção da saúde por conta do seu principal bioativo: a curcumina. Ela atua como antioxidante e anti-inflamatório, sendo que o seu uso por praticantes de exercícios físicos parece ser vantajoso.

A New Millen fornece produtos da linha Clínica que atuam na regulação do equilíbrio corporal. Um deles que merece destaque é o Imuno Resist, um shot diário com a combinação de componentes nutritivos que auxiliam na melhora da imunidade. Conheça mais no site!

REFERÊNCIAS

BUFFON, M.C.M. et al. Avaliação da eficácia dos extratos de Malva sylvestris, Calêndula officinalis, Plantago major e Curcuma zedoarea no controle do crescimento das bactérias da placa dentária. Estudo in vitro. Revista Visão Acadêmica, v. 2, n. 1, p. 31-8, jan. 2001.

MARCHI, J.P. et al. Curcuma Longa L., o Açafrão Da Terra, e seus benefícios medicinais. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, v. 20, n. 3, p. 189-194, set. 2016.

GUPTA, S.C. et al. Multitargeting by turmeric, the golden spice: from kitchen to clinic. Molecular Nutrition & Food Research, v. 57, n. 9, p. 1510-28, set. 2013.

KHALIQ, T. et al. Recent progress for the utilization of curcuma longa, Piper nigrum and Phoenix dactylifera seeds against type 2 diabetes. The West Indian Medical Journal, v. 64, n. 5, p. 527-532, abr. 2015.

DELECROIX, B. et al. Curcumin and Piperine Supplementation and Recovery Following Exercise Induced Muscle Damage: A Randomized Controlled Trial. Journal of Sports Science and Medicine, v. 16, p. 147-153, 2017.

Gel de carboidrato

A praticidade em repor energia e eletrólitos faz com que o gel de carboidrato seja geralmente um recurso ergogênico escolhido por atletas em provas de competições longas e treinos de alta intensidade e duração. Com muitas vantagens ao esportista, esse suplemento contribui para a melhora da performance e redução da fadiga física durante maratonas e treinamentos.

O suplemento em forma de gel é comumente encontrado com a composição de carboidratos de diferentes tipos de absorção, associados a eletrólitos (sódio, potássio) para evitar câimbras e repor, de forma adequada, esses nutrientes perdidos pelo suor. Estudos apontam os efeitos fisiológicos que a suplementação pode promover em atletas de elite.

Para isso, um estudo (HARPER et al., 2016) investigou os efeitos de desempenho esportivo com a suplementação de géis de carboidratos e eletrólitos a jogadores de futebol que realizaram um teste extra de 30 minutos de exercício específico da modalidade, após os 90 minutos de jogo.

Um total de 8 jogadores de uma academia inglesa realizaram 120 minutos de exercícios específicos para o futebol em duas ocasiões, enquanto consumiam bebidas com eletrólitos líquidos, antes do exercício, no intervalo e após 90 minutos. Foram divididos em um grupo que utilizou gel com eletrólitos e carboidratos e outro com gel placebo sem energia. A avaliação foi realizada através de amostras de sangue antes do exercício, no intervalo e a cada 15 minutos durante o exercício. Os desempenhos físicos (velocidade de sprint de 15 e 30 metros, altura de salto de manutenção e contramovimento) e técnico (drible de futebol) foram avaliados ao longo de cada tentativa.

Nos resultados, os autores observaram que a suplementação com géis eletrolíticos de carboidratos melhorou a precisão do drible e aumentou as concentrações de glicose no sangue, durante o prolongamento do jogo (30 minutos extras), evidenciado o aporte extra de energia da suplementação. A osmolaridade plasmática e as concentrações de sódio no sangue aumentaram após o exercício. Sendo assim, pôde-se concluir que a ingestão de gel com eletrólitos de carboidratos eleva a oferta de glicose que será convertida em mais energia, além de melhorar o desempenho esportivo em modalidade de alta intensidade, como o futebol.

REFERÊNCIAS

HARPER, L. et al. Physiological and performance effects of carbohydrate gels consumed prior to the extra-time period of prolonged simulated soccer match-play. J Sci Med Sport., v. 19, n. 6, p. 509-14, 2016.

HOFMAN, D. et al. Nutrition, Health, and Regulatory Aspects of Digestible Maltodextrins. Critical Reviews in Food Science and Nutrition, v, 56, p. 2091-2100, 2016.

JEUKENDRUP, A. E. Carbohydrate intake during exercise and performance. Nutrition, v. 20, p. 669-677, 2004.

JOHNSON, R. K. et al. Dietary sugars intake and cardiovascular health a scientific statement from the american heart association. Circulation, v. 120, p. 1011-1020, 2009.

SHI, X. et al. Water and solute absorption from carbohydrate-electrolyte solutions in the human proximal small intestine: a review and statistical analysis. Int. J. Sport Nutr. Exer. Metabol., v. 20, p. 427-442. 2010.

FONTAN, J. et al. O uso do carboidrato antes da atividade física como recurso ergogênico: revisão sistemática. Rev Bras Med Esporte, v. 21, n. 2, p. 153-157, mar. 2015.

curcuma em capsula

Uma especiaria que sempre foi explorada na culinária saudável, agora pode ser utilizada em forma de cápsulas! As vantagens de incluir cúrcuma na rotina são inúmeras, afinal ela é uma importante fonte de curcuminoides e componentes ativos com propriedades terapêuticas no organismo. A curcumina é um polifenol natural encontrado no rizoma da cúrcuma que demonstra eficácia nas ações antioxidantes, anti-inflamatórias, analgésicas e anticancerígenas. Conheça os mecanismos bioquímicos e seus benefícios para diferentes funções do corpo:

Curcumina e ação anti-inflamatória

A inflamação é considerada um processo relacionado ao estresse oxidativo, ambos com capacidade de gerar doenças crônicas e outras alterações patológicas. Sabe-se que as células inflamatórias liberam diferentes componentes reativos no local da inflamação, efeito que potencializa os danos celulares. Um desses componentes que merece ser ressaltado é o fator de necrose tumoral α (TNF-α), um importante mediador da inflamação. Estudos apontam que a curcumina presente na cúrcuma é capaz de bloquear a ativação desse componente inflamatório, minimizando os processos envolvidos na inflamação.

Curcumina e efeitos antioxidantes

Uma recente revisão bibliográfica, publicada em 2017, apontou que a curcumina é um polifenol capaz de melhorar os marcadores sistêmicos do estresse oxidatico, principalmente por aumentar as concentrações e atividades séricas de enzimas antioxidantes. A suplementação com curcuminoides, sobre parâmetros de estresse oxidativo, promove um efeito significativo nos níveis das principais enzimas antioxidantes corporais, como a superóxido dismutase (SOD), a catalase e a glutationa peroxidase (GSH), além de combater os danos provocados pelos radicais livres em excesso.

Todos esses efeitos são importantes para a prevenção de doenças crônicas, como as doenças cardiovasculares; doenças autoimunes, especialmente a artrite reumatoide, e doenças neurodegenerativas, com destaque ao Alzheimer.. As cápsulas de cúrcuma apresentam uma concentração maior de curcuminoides, com melhor biodisponibilidade. Ainda, é um complemento nutricional eficiente para praticantes de exercícios físicos extenuantes, uma vez que apresentam maior estresse oxidativo e processos inflamatórios

A New Millen está com a nova linha Clinical Series que conta com a Cúrcuma em cápsulas na lista de produtos destinados à saúde. Nela, você também encontra Ômega-3, Vitamina D e shot com nutrientes antioxidantes. Conheça os produtos no site!

REFERÊNCIAS

RAHIMNIA, A. et al. Impact of Supplementation with Curcuminoids on Systemic Inflammation in Patients with Knee Osteoarthritis: Findings from a Randomized Double-Blind Placebo-Controlled Trial. Drug Res., v. 65, n. 10, p. 521-5, oct. 2015.

SAHEBKAR, A. et al. Effect of curcuminoids on oxidative stress: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Journal of Functional Foods, v. 241, n. 1, 2015.

MENON, V.; SUDHEER, A. Antioxidant and anti-inflammatory properties of curcumin. Adv Exp Med Biol., v. 595, p. 105-25, 2007.

MARCHI, J.P. et al. Curcuma Longa L., o Açafrão Da Terra, e seus benefícios medicinais. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, v. 20, n. 3, p. 189-194, set. 2016.

MENDES, M. F. O corpo no processo terapêutico. Physis, Rio de Janeiro, v. 21, n. 4, p. 1355-1367, dez. 2011.

SCHAFFER, M. et al. An update on Curcuma as a functional food in the control of cancer and inflammation. Curr Opin Clin Nutr Metab Care, v. 18, n. 6, p. 605-11, nov. 2015.

Palatinose

A palatinose, também chamada de isomaltulose, vem-se destacando na literatura científica por sua composição química e seu comportamento dentro do organismo. Ela é classificada como um dissacarídeo composto por monômeros de glicose e frutose que conferem sabor adocicado.  O sabor e a aparência são semelhantes ao da sacarose, apesar de seu poder de doçura corresponder à metade daquele atribuído à sacarose.

Com baixo índice glicêmico, a palatinose é destaque na suplementação antes do exercício físico atualmente. Tal fator se dá devido à sua estrutura ser mais estável, o que resulta em absorção lenta e pouca influência na liberação de insulina. Sua ação permite retardar a sensação de fadiga graças ao fornecimento de ATP em forma duradoura e contínua. Esse efeito poupa o glicogênio muscular e, por isso, seu consumo é recomendado antes do treino.

 

Comprovação da ciência sobre os efeitos da palatinose
Para comprovar os efeitos da palatinose na performance esportiva, um estudo avaliou os efeitos fisiológicos e o aumento do desempenho com a suplementação de isomaltulose e da maltodextrina, consumidas, de forma intermitente, durante um exercício prolongado específico de futebol. Para isso, 22 jogadores de futebol universitário realizaram uma prova de 120 minutos consumindo 8% de bebidas com carboidratos e eletrólitos, um composto por maltodextrina (alto índice glicêmico), outro com isomaltulose (baixo índice glicêmico) e um placebo sem carboidratos.

Os pesquisadores avaliaram o desempenho físico (sprinting, jumping) e técnico (tiro, drible) e, segundo os resultados, puderam observar que as concentrações de glicose e insulina no sangue variaram, sendo que, com isomaltulose, manteve-se um valor de 13% maior de concentrações de glicose no sangue entre 75 e 90 minutos, diferentemente da maltodextrina, que teve declínio na glicemia aos 60 minutos.

O grupo com isomaltulose, ainda, apresentou valores mais eficazes nas concentrações de epinefrina aos 90 e 120 minutos. Assim, puderam concluir que a isomaltulose manteve a glicose mais alta, diminuindo a magnitude da resposta glicêmica rebote induzida pelo exercício. Ou seja, é considerada uma estratégia nutricional promissora para modalidades esportivas.

 

REFERÊNCIAS
MARESCH, C. et al. Low Glycemic Index Prototype Isomaltulose—Update of Clinical Trials. Nutrients, v. 9, n. 391, p. 1-12, 2017.
OOSTHUYSE, T. et al. Ingesting Isomaltulose Versus Fructose-Maltodextrin During Prolonged Moderate-Heavy Exercise Increases Fat Oxidation but Impairs Gastrointestinal Comfort and Cycling Performance. Int J Sport Nutr Exerc Metab., v. 25, n. 5, p. 427-38, oct. 2015.
STEVENSON, E. et al. A comparison of isomaltulose versus maltodextrin ingestion during soccer-specific exercise. Eur J Appl Physiol., v. 117, p. 2321-2333, 2017.

Consumir proteína em excesso é benéfico para o ganho de massa muscular

Na busca do físico tão desejado, a inclusão de suplementos alimentares na dieta já faz parte da rotina das academias, sendo os suplementos proteicos os mais procurados.

Os praticantes de atividade física, principalmente, os de exercícios de força, possuem uma necessidade proteica aumentada, uma vez que esse nutriente participa diretamente do reparo de microlesões celulares decorrentes do treino. Diferentemente do que muitos pensam, o ganho de massa muscular não é proporcional ao consumo de fontes proteicas.

As doses que excedem à recomendação não irão promover maior anabolismo, uma vez que os tecidos possuem limites para acúmulo de proteína. Dessa forma, as proteínas não aproveitadas pelos tecidos serão utilizadas como fonte de energia, ou armazenadas no tecido adiposo, em forma de gordura.

Quem nunca escutou críticas de familiares e amigos sobre o seu suplemento proteico? O excesso de proteínas, assim como de gordura, pode causar uma sobrecarga metabólica, bem como prejudicar a qualidade das bactérias intestinais probióticas, visto que a alta produção de amônia durante a digestão proteica compromete a qualidade da microbiota e desencadeia maior crescimento de bactérias patogênicas.

Atualmente, a literatura científica considera a recomendação de proteína para atletas de força entre 1,2 e 1,7g/kg, levando em consideração todas as refeições ao longo do dia. O fato é que a suplementação com proteína, quando indicada por profissionais habilitados, respeitando as doses, individualidades e objetivos do paciente, é segura e promove resultados no desempenho do treino e no ganho de massa muscular.


REFERÊNCIAS

HERNANDEZ, Arnaldo José; NAHAS, Ricardo Munir. Modificações Dietéticas, Reposição Hídrica, Suplementos Alimentares e Drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, São Paulo, v. 15, n. 3, p.3-12, jun. 2009.

TIRAPEGUI, Julio; CRUZAT, Vinicius Fernandes. Bioquímica da Nutrição no Esporte. In: COZZOLINO, Silvia Maria Franciscato; COMINETTI, Cristiane. Bases Bioquímicas e Fisiológicas da Nutrição. Barueri: Manole, 2013. p. 1172-1243.

Suplementação com nitrato e suas implicações no desempenho de exercícios

No âmbito esportivo, é cada vez mais comum o consumo de alimentos/substâncias ergogênicos, isto é, produtos cujo objetivo é maximizar o desempenho a fim de melhorar a performance nos treinos e nas competições.

Recentemente, alimentos à base de nitrato têm sido associados ao aumento do rendimento em diversos esportes. O suco de beterraba industrializado, por exemplo, é apontado como uma bebida com alto potencial ergogênico em razão da elevada concentração de nitratos em sua composição e ao resultado positivo na melhora do desempenho em testes físicos. A beterraba é um vegetal rico em nitrato, elemento que, após a metabolização, disponibiliza, na corrente sanguínea, óxido nítrico (NO). Este, por sua vez, é um gás capaz de reduzir a pressão sistólica por meio do mecanismo de vasodilatação. Outros benefícios da ação do NO no organismo incluem a diminuição da agregação plaquetária e o aumento da eficiência mitocondrial.

Especificamente em atletas, a literatura tem visto que o NO produzido a partir da suplementação dietética de nitrato é capaz de agir na função mitocondrial, otimizando a produção de oxigênio durante a prática de exercícios. Alguns trabalhos apontam, ainda, que a suplementação com nitrato foi capaz de aumentar o tempo de exaustão durante exercícios de alta intensidade, melhorar a performance e reduzir significativamente o consumo de oxigênio pulmonar.

Em estudo de Nogueira e Viebig (2015), os autores avaliaram os efeitos ergogênicos do consumo do suco de beterraba no desempenho de atletas adolescentes praticantes de handebol. As atletas, divididas entre grupo placebo e grupo que recebeu o suco, realizaram teste de performance três horas após o consumo das bebidas. De acordo com os resultados, o consumo de suco de beterraba horas antes do esforço físico se mostrou eficiente na melhora do desempenho esportivo, com redução de 2,3% no tempo de execução do teste em comparação ao grupo que não tomou o suco.

Em dissertação de Bezerra (2017), o objetivo foi verificar o efeito da suplementação com nitrato dietético, na forma de suco de beterraba, como forma de potencializar a resposta pressórica pós-exercício em indivíduos homens normotensos e com obesidade. Os indivíduos foram divididos em três grupos e realizaram exercício do tipo aeróbio moderado por 40 minutos. Os resultados mostraram que a suplementação com suco de beterraba aumentou significativamente a concentração de NO plasmática e foi capaz de reduzir a pressão arterial pós-exercício.

Dessa forma, a suplementação dietética com nitrato, quando realizada sob orientação profissional, consiste em um instrumento eficiente para aumentar a performance física, reduzir a fadiga muscular, melhorar a vasodilatação e gerar energia de forma mais eficiente.

REFERÊNCIAS

BEZERRA, A.D.L. Efeito da suplementação de nitrato dietético na forma de uma dose aguda de suco de beterraba na resposta pressórica pós-exercício em homens com obesidade. 2017.93 fls. Dissertação (Pós-Graduação em Nutrição) – Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.

GHIARONE, T. et al. Suplementação de nitrato e sua relação com a formação de óxido nítrico e exercício físico. Acta Brasileira do Movimento Humano, v. 4, n. 4, p. 103-35, jul. 2014.

NOGUEIRA, T.R.; VIEBIG, R.F. Efeitos ergogênicos do consumo de suco de beterraba em adolescentes do gênero feminino praticantes de handebol. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 9, n. 56, p. 635-42, nov. 2015.