Dia 31 de agosto é comemorado o Dia do Nutricionista. E você, já buscou essa ajuda profissional? Se ainda não, se liga nos 4 motivos para fazer isso o quanto antes!

1-O cardápio correto

O nutricionista, além de entender as necessidades do seu organismo e analisar o seu histórico, saberá indicar as melhores opções para a sua alimentação, ou seja, os nutrientes e as vitaminas necessários para o bom funcionamento do seu organismo e a prevenção de doenças.

2-Potencializa a construção do shape

Ter a dieta equilibrada e integrada com a sua rotina de treinos é uma forma de potencializar os resultados! Conte com o auxílio de um nutricionista para ir mais longe.

3-Suplementos adequados

Qual o melhor suplemento para a sua necessidade e os seus objetivos? O nutricionista saberá analisar e indicar as opções mais indicadas para você. Na New Millen, ele tem um portal exclusivo, com informações e diferenciais de cada produto.

4-Respeita a sua individualidade

É importante entender que cada organismo tem suas particularidades e necessidades, assim como diferentes reações ou histórico. Por isso, esse profissional estudará o seu caso e indicará as melhores alternativas de acordo com a sua individualidade.

Tribulus terrestris é uma planta rasteira da família Zygophyllaceae, sendo nativa principalmente da Europa, Ásia e África temperada e tropical e norte da Austrália. Seus frutos e sementes são utilizados desde a Antiguidade devido aos diversos benefícios que proporcionam à saúde. Em sua composição, há uma grande concentração de compostos bioativos identificados como saponinas esteroidais, flavonoides, glicosídeos, fitoesteróis, taninos e terpenoides.

A Tribulus é utilizada na Medicina Tradicional Chinesa, sendo prescrita para a melhora da função sexual e do desempenho físico, ainda, prevenindo doenças cardiovasculares e diabetes e com ações antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana e antiaging (ZHU et al., 2017). A maior parte dos benefícios proporcionados se deve à capacidade de essa planta induzir a síntese de óxido nítrico, e, consequentemente, promover a vasodilatação. Mas seus compostos bioativos estão associados a outros mecanismos de ação, que também atuam modulando diversas situações, como a fertilidade, performance, hipertrofia, proteção cardiovascular entre outros efeitos benéficos.

Proteção cardiovascular

A sua contribuição para a saúde cardiovascular se dá por diversos aspectos, como em relação à redução da pressão arterial, por aumentar a síntese de óxido nítrico e reduzir a atividade da enzima conversora de angiotensina, além de ter ação diurética. Na Medicina Tradicional Chinesa, a Tribulus é utilizada no tratamento da aterosclerose, edema, doenças coronarianas e na síndrome pós-infarto, porém os mecanismos de ação ainda não são bem esclarecidos, mas sabe-se que as saponinas podem estar associadas com estes benefícios. Além disso, o seu alto teor de fitoesteróis também pode contribuir na redução da dislipidemia. Os efeitos antioxidante e anti-inflamatório são aliados no controle da aterosclerose (JIANG et al., 2017; ZHU et al., 2017).

Melhora da fertilidade do casal

Em homens, ela auxilia no tratamento da disfunção erétil, principalmente pelo fato de induzir a síntese de óxido nítrico, aumentando a vasodilatação. Um estudo conduzido por Din et al. (2019), em homens com essa condição, a suplementação por 3 meses com Tribulus, levou ao aumento de testosterona e melhora da disfunção.

Aumento da libido

A Tribulus contribui com o aumento da libido em homens e mulheres. Um estudo randomizado, controlado e duplo-cego, conduzido por Vale et al. (2018), concluiu que a suplementação com Tribulus terrestres, em mulheres em pré-menopausa e com diagnóstico de Desordem do Desejo Sexual Hipoativo, resultou em múltiplos benefícios como aumento do desejo sexual, lubrificação e excitação sexual, além de uma redução da dor durante o ato sexual.

Propicia performance e hipertrofia

A maior parte dos estudos correlacionam a melhora na performance e, consequentemente, da hipertrofia devido ao seu efeito vasodilatador, por aumentar a síntese de óxido nítrico e inibir a enzima conversora de angiotensina (ECA) (LEMOS JUNIOR et al., 2011; QURESHI et al., 2014). Além disso, parece que ela é capaz de promover o aumento do receptor androgênico, estimulando a síntese endógena de testosterona, principalmente pela ação das saponinas presentes em sua composição e também aumentar o IGF-1 no fígado, substância relacionada com a conservação dos músculos e aumento de força muscular (YIN et al., 2016).

Melhora quadros de urolitíase

A presença de saponinas na Tribulus tem capacidade de modificar a composição da urina, quebrando mucoproteínas, podendo ser aliada na diminuição da formação de cálculos renais. Arasaratnam et al. (2010) conduziram administração oral do extrato de Tribulus em pacientes com urolitíase e avaliaram redução na urina dos níveis de citrato, oxalato, proteínas e glicosaminoglicanas.

Jili Tribullus terrestris da New Millen é um suplemento da linha Clinical Series com qualidade superior, sendo formulado baseado nos preceitos da Medicina Tradicional Chinesa. É composto por extrato seco do fruto de Tribulus terrestris em cápsulas de gelatina, sendo um produto 100% natural, livre de aditivos químicos e de fácil consumo; é indicado para melhora da libido, prevenção da urolitíase, estímulo da performance física e da hipertrofia, além de diversos outros benefícios para a saúde.

Referências

ZHU, W. et al. A Review of Traditional Pharmacological Uses, Phytochemistry, and Pharmacological Activities of Tribulus Terrestris. Chemistry Central Journal, v. 11, n. 1, p. 60, 2017.

SHAHID, M. et al. Phytopharmacology of Tribulus Terrestris. Journal of Biological Regulators and Homeostatic Agents, v. 30, n. 3, p.785-788, 2016.

JIANG, Y-H. et al. Vascular Protective Effects of Aqueous Extracts of Tribulus Terrestris on Hypertensive Endothelial Injury. Chinese Journal of Natural Medicines, v. 15, n. 8, p.606-614, 2017.

DIN, S. F. G. et al. Tribulus Terrestris Versus Placebo in the Treatment of Erectile Dysfunction and Lower Urinary Tract Symptoms in Patients With Late-Onset Hypogonadism: A Placebo-Controlled Study. Urologia, v. 86, n.2, p.74-78, 2019.

JUNIOR, H.P.L. et al. Tribulus terrestris. Diagnóstico e Tratamento, v.16, n. 4, p.170-3, 2011.

VALE, F.B.C. et al. Efficacy of Tribulus Terrestris for the Treatment of Premenopausal Women With Hypoactive Sexual Desire Disorder: A Randomized Double-Blinded, Placebo-Controlled Trial. Gynecological Endocrinology. 34, n. 5, p. 442-445.

plant based

A dieta plant based é uma filosofia de vida em que a alimentação se baseia no consumo de frutas, hortaliças, leguminosas, tubérculos, cereais, oleaginosas, cogumelos e sementes em sua forma mais natural e minimamente processada, envolvendo, também, a sustentabilidade, saúde, nutrição e o respeito pela vida animal. Ela vem ganhando cada vez mais adeptos, inclusive entre praticantes de exercícios físicos e atletas, tanto pelo que preza e proporciona ao organismo, como redução de risco cardiovascular, melhora do sistema imune e aumento da expectativa de vida, quanto pela sua popularização, em mídias sociais.

Há um certo receio, apesar dos seus benefícios, se essa dieta plant based seria capaz de manter e até mesmo melhorar a performance física e propiciar o ganho de massa muscular. Porém é possível sim, desde que algumas precauções sejam levadas em consideração: a suficiência de consumo energético e proteico e a adequação de micronutrientes essenciais, como vitamina B12, ferro, zinco, cálcio e iodo, além da deficiência de EPA e DHA. Mas, através de adequado plano alimentar e suplementação, a dieta plant based é capaz de atender a esses objetivos (ROGERSON, 2017).

Barnard et al. (2019) conduziram uma revisão avaliando os benefícios da dieta plant based nos esportes de endurance, proporcionando redução de gordura corporal (sem haver redução de peso corporal, demonstrando ganho de massa magra) e do risco de aterosclerose, impactando, ainda, diretamente na performance, já que que alguns estudos revisados demonstram que ela é capaz de aumentar o gasto energético (em até 16%), possivelmente pelo fato de mudar a atividade mitocondrial e por estimular de forma positiva a microbiota intestinal. Os autores ainda demonstram que esse padrão alimentar estimula um maior VO2 e facilita o armazenamento de glicogênio, otimizando resultados de praticantes de exercícios físico e atletas.

Um dos maiores receios é em relação ao consumo proteico, isso porque as proteínas de origem vegetal não possuem um perfil de aminoácidos tão completo e em proporções ideais como as de origem animal. O whey protein é um dos suplementos proteicos mais utilizados por praticantes de atividade física devido ao seu excelente resultado na hipertrofia e performance atribuído ao seu aminograma. Mas um estudo conduzido por Joy et al. (2013), com duração de 8 semanas, avaliou 24 universitários que realizavam treinamento de resistência, em que receberam a suplementação de 48g de whey ou de proteína de arroz (foram divididos em dois grupos). Após o período, ambos os suplementos proporcionaram melhora da composição corporal e de performance, mas sem haver diferença significativamente estatística entre os grupos.

Um outro estudo (LYNCH; WHARTON; JOHNSTON, 2016) avaliou a capacidade cardiorrespiratória, através do teste de VO2 máxima na esteira e avaliação de força muscular por um dinamômetro, entre atletas de exercício de resistência, sendo 37 vegetarianos e 43 atletas onívoros. Os resultados desse estudo indicam que a capacidade cardiorrespiratória dos atletas vegetarianos foi maior que a dos onívoros, mas a força muscular não diferiu entre os dois grupos. Esses dados sugerem que uma dieta plant based não compromete os resultados de desempenho nem o de força muscular, podendo ainda facilitar a capacidade aeróbica.

Vegan Protein é um produto da linha Clinical Series formulado com proteínas concentrada de ervilha e concentrada de arroz, além de ser enriquecido com fibras inulina e fruto-oligossacarídeos (FOS). É indicado para suporte proteico em dietas vegetarianas e veganas. Com 16 gramas de proteína por porção, ele é livre de ingredientes alergênicos, com teor reduzido de sódio e é adoçado com estévia. Além desses diferenciais, ele vem em dois deliciosos sabores, para ser consumido diluído na água, vitaminas ou outras preparações de sua preferência: mousse de chocolate e baunilha.

Referências

BARNARD, N. D. et al. Plant-Based Diets for Cardiovascular Safety and Performance in Endurance Sports. Nutrients, v. 11, n. 1, p. 130, 2019. FUHRMAN, J.; FERRERI, D. M. Fueling the Vegetarian (Vegan) Athlete. Currents Sports Medicine Reports, v. 9, n. 4, p. 233-241, 2010. LYNCH, H.; JOHNSTON, C.; WHARTON, C. M. Plant-Based Diets: Considerations for Environmental Impact, Protein Quality, and Exercise Performance. Nutrients, v. 10, n. 12, p. 1841, 2018. JOY, J. M. et al. The effects of 8 weeks of whey or rice protein supplementation on body composition and exercise performance. Nutritional Journal, v. 12, n. 86, 2013. LYNCH, H.; WHARTON, C. M.; JOHNSTON, C. Cardiorespiratory Fitness and Peak Torque Differences Between Vegetarian and Omnivore Endurance Athletes: A Cross-Sectional Study. Nutrients, v. 8, n. 11, p. 726, 2016.

Whey protein e seus efeitos na imunidade!

O whey protein ou proteína do soro do leite é uma das proteínas com grande aplicabilidade na nutrição esportiva visando à hipertrofia, à força e à recuperação muscular. Ele é extraído, normalmente, no processo de fabricação de queijos e apresenta-se em três tipos principais: concentrado, isolado e hidrolisado. A diferença entre eles está no processo de fabricação, utilizando-se a filtração para eliminar gorduras e carboidratos, mantendo um maior teor proteico. Quanto mais filtrado, mais puro ele é e mais rico em proteínas.

Mas, além desse alto aporte proteico, sendo considerada uma proteína de alto valor biológico, o whey protein contém outros compostos que também proporcionam benefícios ao sistema imunológico. Isso porque 12% de sua composição são formadas por glicomacropeptídeos (GMP) e, além disso, ele é fonte de cisteína, um aminoácido essencial para a imunidade.

Os GMP proporcionam três efeitos que contribuem para a imunidade: geram aumento da absorção intestinal de zinco, mineral essencial para o sistema imunológico; modulam beneficamente a microbiota intestinal, estimulando a proliferação de bifidobactérias; desempenham ação imunomoduladora direta, atuando nas células de defesa e proporcionando uma atividade mais anti-inflamatória. A cisteína também é um importante constituinte do whey protein. Isso porque ela é um aminoácido essencial para a produção de glutationa, substância com efeito antioxidante e que reduz o impacto do estresse oxidativo em nosso corpo. A cisteína também atua de forma direta na resposta imune, dando suporte ao sistema imunológico.

Somado a isso, o fato do whey conter um aminograma excelente, também, tem grande peso para o sistema imunológico. Isso porque as células de defesa são reguladas e dependem da presença de aminoácidos e, por isso, um menor consumo proteico pode levar a uma queda da imunidade.

Bumrungpert et al. (2018) conduziram um estudo randomizado, controlado e duplo-cego avaliando os benefícios do whey em pacientes com câncer. Os pesquisadores utilizaram o whey protein isolado e enriquecido com selênio e zinco, suplementando 23 pacientes em quimioterapia, com idade entre 41 a 63 anos, com 40g/dia, por 12 semanas. Ao final da intervenção, o grupo intervenção teve aumento da albumina, imunoglobulina G, glutationa medidos no sangue, além de impactar beneficamente no estado nutricional dos pacientes suplementados.

Protein Black é um produto da linha Premium formulado com 4 tipos de whey protein: concentrado, isolado, hidrolisado e ultrafiltrado, garantindo um suplemento proteico de qualidade superior e que irá proporcionar diversos benefícios à saúde. Com 26 gramas de proteína por porção, ele é livre de glúten, maltodextrina e é adoçado com estévia. Além desses diferenciais, Protein Black da New Millen conta com diversos sabores: flappuccino, vanilla cream, iogurte de morango, mousse de chocolate, mousse de maracujá, milho-verde, paçoca.

Referências

PASCHOAL, V.; NAVES A. Tratado de Nutrição Esportiva Funcional. São Paulo: Roca, 2014.

CÓRDOVA-DÁVALOS, L. E. et al. Glycomacropeptide Bioactivity and Health: A Review Highlighting Action Mechanisms and Signaling Pathways. Nutrients, v. 11, n. 3, p. 598, 2019.

KHAN, I. T. et al. Antioxidant Properties of Milk and Dairy Products: A Comprehensive Review of the Current Knowledge. Lipids in Health and Disease, v. 18, n. 1, p. 41, 2019.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Recomendações Nutricionais e COVID-19. Disponível em: <https://www.diabetes.org.br/covid-19/recomendacoes-nutricionais-e-covid-19/>. Acesso em: 04 maio 2020.

BUMRUNGPERT, A. et al. Whey Protein Supplementation Improves Nutritional Status, Glutathione Levels, and Immune Function in Cancer Patients: A Randomized, Double-Blind Controlled Trial. Journal of Medicinal Food, v. 21, n. 6, p. 612-616, 2018.

treinando em casa

VEJA DICAS DE TREINO DO COACH DO TEAM NEW MILLEN, RICARDO PANNAIN

O período de isolamento social dos últimos meses mudou o comportamento de muitas pessoas. As academias fechadas fizeram com que o uso da criatividade para continuar no shape se tornasse uma necessidade para quem já treina e não quer perder seus resultados. Por sua vez, também se tornou evidente a importância de manter a prática de atividades físicas regulares, como uma forma de preservar a saúde física e mental, também o bem-estar de quem está na quarentena.

Para facilitar tanto a vida de praticantes avançados quanto dos iniciantes, conversamos com o coach do Team New Millen, Ricardo Pannain, que passou algumas dicas e até deu sugestões de treino para ambos os casos. Confira!

Dicas para não perder o shape – Para monstros de nível avançado!

– Concentre-se no treino

Evite redes sociais, certifique-se de que não vai precisar interromper seu treino, tire o tempo para treinar em casa como se estivesse na academia.

– Não esqueça o aquecimento

O aquecimento prepara a mente para o treino e capacita a trabalhar na intensidade correta, otimizando os resultados.

– Fique de olho na intensidade

Pannain sugere que quem é experiente e possui um protocolo de treino na academia, deve segui-lo. “Mas é importante manipular as variáveis para que você consiga causar ‘danos’ nas fibras musculares similares aos dos aparelhos e das cargas da academia. Alguns métodos de treinamentos que você não precisa de tanta resistência para executá-los são: Negativa, Pré-exaustão, Bi-set & Tri-set, Isométrico, Super Slow e FST-7”, destaca.

– Respeite sua individualidade
Conforme Pannain, é importante respeitar os limites do seu corpo. “Você pode ter a estratégia de dar menos dias de descanso entre os grupos musculares. Pode estimulá-los mais vezes durante a semana, pois a recuperação fibrosa tende a ser menos demorada devido ao grau inferior de microlesões no músculo. E, também, para potencializar o treino, pode diminuir o tempo de descanso entre as séries, aumentando, assim, o fluxo sanguíneo. Mas é de extrema importância levar em conta a sua individualidade biológica”, salienta.

Dicas para começar a se mexer – Para monstros iniciantes!

– Vá com calma

Você, provavelmente, está empolgado com a ideia de treinar em casa, mas não extrapole fazendo exercícios que exigem demais do seu condicionamento físico. “Comece com treinos leves, três vezes por semana, intercalando: dia sim, dia não. Os músculos precisam de um período de descanso para alcançar bom rendimento quando submetidos a novos estímulos. Respeite os seus limites”, recomenda.

– Foque em cada exercício

Independente do seu objetivo, é importante começar o macrociclo preparatório pelo mesociclo de adaptação orgânica, ou seja, foque na realização correta de cada um dos exercícios para conseguir desenvolver todo o treino. “Assim, vamos buscar o aumento da resistência muscular, a melhoria do sistema cardiorrespiratório, o aumento nos níveis de glicogênio, a correção dos padrões alterados de movimento, a redução de gordura corporal, entre outros”, pontua.

– Opte por circuito

Pensando no tópico anterior, você deve adaptar as variáveis com o material que disponibiliza em casa. Uma excelente opção são os exercícios em forma de circuito. Nele você faz cada exercício por 30 segundos e passa direto para o próximo. Depois do último exercício, descansa por volta de um minuto e começa novamente o circuito até completar três passagens.

Sugestão de Treino Avançado

Pannain explica que o ideal é manter o programa de treinamento que você está habituado, porém, pela falta de sobrecarga e aparelhos disponíveis nas academias, é interessante aglutinar a distribuição de treinamento correspondente aos grupamentos musculares que serão trabalhados. “O Treino ABC é um dos mais tradicionais, então, reduziremos para AB, em que vamos estimular, em dias alternados, membros superiores e inferiores. Assim, proporcionaremos menos tempo de descanso e mais ‘dano’ para as fibras musculares”, explica.

– Treino para membros inferiores:
1 – Agachamento livre.
2 – Agachamento 45º ou agachamento sumô – Dica: procure fazer a parte excêntrica do momento bem lento, e parar 3” isométrico em baixo.

3 – Flexão Nórdica Invertida.
4 – Bi-set: Passado afundo na cadeira + Stiff – Dica passada afundo: de costas, apoie a ponta de um pé em cima da cadeira e mantenha o outro no chão. Flexione o joelho da perna que está no chão, como se estivesse agachando. Mantendo um ângulo de 90 graus.
5 – Flexão de Coxa Unilateral (em pé).
6 – Abdução deitado.
No caso das mulheres, o Coach indica um 7º exercício: Elevação Pélvica, para ativar mais fibras musculares do glúteo e aumentar o fluxo sanguíneo na região.
Observação: Faça 3 séries de 15 repetições em cada exercício.

– Treino para membros superiores:
1 – Flexão de braços.
2 – Remada com halteres.
3 – Elevação lateral.
4 – Bi-set – Desenvolvimento + Elevação frontal.
5 – Bi-set – Rosca Hammer + Tríceps francês.
6 – Mergulho no sofá.
Observação: Faça 3 séries de 12 repetições em cada exercício.

Sugestão de Treino para Iniciantes
Em forma de circuito, Pannain indica a seguinte sequência:
1 – Polichinelo completo.
2 – Burpee.
3 – Agachamento livre.
4 – Flexão de braços – Dica: se estiver difícil, apoie os joelhos.
5 – Elevação frontal – Dica de execução: Segure, com os braços estendidos, uma garrafa de 1L ou 500ml. Comece segurando um objeto perto do joelho e, em seguida, eleve-o até a altura dos ombros.
6 – Rosca Hammer – Dica: pegue um saco de arroz em cada mão e flexione os cotovelos para trazer os objetos até a direção dos ombros.
7 – Abdominal.
Observação: Faça o treinamento três vezes na semana, com pelo menos intervalo de um dia.

Exercícios cardiovasculares
Por último, mas não menos importante, são os exercícios cardiovasculares. Pannain explica que eles podem ser praticados para entrar em forma, queimar calorias e até mesmo perder peso. Abaixo, estão alguns que você pode fazer a qualquer hora e em qualquer lugar:
1- Agachamento e salto.
2- Pular corda.
3- Polichinelo.
4- Correr no lugar.
5- Burpee.
6- Exercícios de alpinista.
7- Bear Crawl.

E, aí, curtiu as dicas do Pannain? Então, conta pra gente, nos comentários, como você está treinando nesta quarentena!

vitamina-d

A vitamina D é essencial para diferentes funções do organismo. Apesar de seu conhecido papel na saúde óssea, com a atuação na regulação do metabolismo de cálcio e fósforo, ela também participa de inúmeras funções no organismo! Ela possui mais do que 900 genes-alvos potenciais, correspondendo a cerca de 3% do genoma humano.

A prevalência de sua deficiência é alarmante, devido a sua extrema importância para a homeostase do organismo. No Brasil, cerca de 77% dos adultos tem menos do que 20 ng/mL de vitamina D circulantes, sendo considerado nível de deficiência. Os principais fatores de risco para hipovitaminose D são: envelhecimento, privação de Sol, tabagismo, poluição, alguns medicamentos utilizados e entre outros.

Sua importância para o sistema imunológico se dá pela ação imunomoduladora, com estimulação da diferenciação de linfócitos T CD4 naive em linfócitos T regulatórios, além de promover redução na expressão de linfócitos T helper, atuando no equilíbrio imunológico e tolerância imunológica. Além disso, ela atua diretamente na saúde imunológica intestinal.

Um dos sintomas de sua deficiência, é a frequência de doenças infecciosas, inclusive respiratórias, com diversos estudos demonstrando essa associação. O mecanismo potencial é que a vitamina D apoia a indução de peptídeos de defesa do hospedeiro, em resposta a estímulos virais e bacterianos, sugerindo uma proteção contra patógenos respiratórios pela vitamina D.

Martineau et al. (2017) conduziram uma meta-análise de e revisão sistemática de estudos clínicos randomizados, duplo-cegos e controlados, com 10.933 participantes, concluindo que a suplementação com vitamina D é capaz de prevenir contra infecções agudas do trato respiratório. O benefício foi maior naqueles que receberam vitamina D diariamente ou semanalmente, sem doses adicionais em bolus e os efeitos foram mais fortes naqueles com prévia deficiência grave de vitamina D. Uma meta-análise de estudos clínicos controlados e randomizados (2019), também tiveram as mesmas conclusões.

Grant et al. (2020), em uma revisão, demonstraram que as concentrações de 25-(OH) vitamina D acima de 50 ng/ml versus <20 ng/ml, foram associadas a uma redução de 27% nas doenças por influenza. Os autores concluíram, com a revisão, de que o aumento das concentrações circulantes de vitamina D, através da suplementação, é capaz de reduzir a incidência, gravidade e risco morte por influenza, pneumonia e, potencialmente, da infecção pelo novo coronavírus (COVID-19).

Esse estudo relaciona os efeitos benéficos da vitamina D, na redução das infecções respiratória, além do efeito direto na imunidade, mas também mostrando que altas concentrações de 25-(OH) vitamina D reduzem o risco de doenças crônicas não transmissíveis. Isso porque, essas doenças estão associadas a piora dos quadros de doenças respiratórias, como o COVID-19.

Vitamina D em cápsulas é um produto da linha Clinical Series de fácil deglutição e tem como finalidade a oferta de vitamina D em quantidades adequadas para promoção de diversos benefícios ao organismo. Apresenta como veículo os triglicerídeos de cadeia média (MCT), o que lhe proporciona uma alta biodisponibilidade. É indicada para fortalecimento do sistema imunológico e melhora da saúde cardiovascular, óssea e hormonal.

Referências

IKEDA, U. et al. 1α,25-Dihydroxyvitamin D3 and All-Trans Retinoic Acid Synergistically Inhibit the Differentiation and Expansion of Th17 Cells. Immunology Letter, v. 134, n. 1, p. 7-16, 2010.

KUNISAWA, J., KIYONO, H. Vitamin-mediated regulation of intestinal immunity. Frontiers of Immunology, v. 4, p. 189, 2013.

MARTINEAU, A. R. et al. Vitamin D supplementation to prevent acute respiratory tract infections: systematic review and meta-analysis of individual participant data. BMJ (Clinical research ed.), v. 356, p. i6583, 2017.

MARTINEAU, A. R. et al. Vitamin D Supplementation to Prevent Acute Respiratory Infections: Individual Participant Data Meta-Analysis. Health Technolofy Assessment, v. 23, n. 2, p. 1-44, 2019.

GRANT, W. B. Vitamin D Supplementation Could Prevent and Treat Influenza, Coronavirus, and Pneumonia Infections. Nutrients, v. 12, p. 988, 2020.

Betaglucanas

Uma vez que a nutrição e a imunidade, assim como a nossa saúde no geral, estão intimamente interligadas, o uso de suplementos é muito bem-vindo. As betaglucanas são um tipo de fibra alimentar biologicamente ativa encontrada em cereais como aveia e cevada, fungos, algas e até bactérias, podendo ser obtida via suplementação ou como parte de alimentos ingeridos no dia a dia. Elas são usadas para prevenção de doenças, tendo capacidade de melhorar a resistência à insulina, hipertensão arterial, além de desempenhar efeito antiobesidade. Além disso, seu principal efeito terapêutico discutido na ciência é quanto à capacidade imunomoduladora.

Essas fibras estimulam o sistema imunológico, regulando a imunidade celular e humoral e impactando, inclusive, no combate a diversas doenças infecciosas, como aquelas provocadas por bactérias, vírus, fungos e parasitas que acometem as vias respiratórias. Segundo Vetvicka et al. (2019), as betaglucanas são reconhecidas por diversos receptores presentes nas membranas de células de defesa, como macrófagos, monócitos, células dendríticas e células natural killers. Ao ativar esses receptores, esses componentes estimulam diversos mecanismos de ações nas células que promovem desde síntese de citocinas como as respostas dos anticorpos.

Fuller et al. (2017) conduziram um estudo duplo-cego, randomizado e controlado com amostra final de 49 mulheres com idade entre 50 a 70 anos, sendo avaliada a frequência e severidade de infecções do trato respiratório após a suplementação com betaglucana de levedura (Wellmune®). O grupo que recebeu a intervenção teve redução significativa da duração de sintomas de infecções do trato respiratório, além disso, estimulou o sistema imune inato com o aumento da concentração do interferon-ϒ.

Outro estudo controlado por placebo, conduzido por Talbott e Talbott (2012), avaliou os efeitos da suplementação com betaglucana na redução de sintomas de infecções do trato respiratório em mulheres com níveis moderados de estresse. Para isso, 77 mulheres com idade média de 38 anos receberam a suplementação de Wellmune® ou placebo por 12 semanas. Após esse período, o grupo suplementado teve redução de sintomas de infecções respiratórias, como resfriados e gripes e ainda tiveram melhora da sensação de bem-estar e dos níveis de energia mental e física, havendo impacto no humor dessas participantes.

Mah et al. (2020) realizaram um estudo duplo-cego, randomizado e controlado em que adultos maratonistas recebiam bebidas enriquecidas com betaglucana de levedura (Wellmune®) e eram avaliados em relação à ocorrência de resfriados e gripes após a prática de atividade física intensa. Um total de 357 pessoas participaram do estudo que durou cerca de 3 meses. O grupo intervenção teve redução da duração e severidades dos sintomas de infecções respiratórias.

 

REFERÊNCIAS

COSTA, N.M.B.; ROSA, C.O.B. Alimentos Funcionais: Compostos Bioativos e Efeitos Fisiológicos. 2. ed.  Rio de Janeiro; Rubio, 2016.

BASHIR, K.M.I.; CHOI, J-S. Clinical and Physiological Perspectives of β-Glucans: The Past, Present, and Future. International Journal of Molecular Sciences, v.18, n. 9, p. 1906, 2017.

VETVICKA, V. et al. Beta Glucan: Supplement or Drug? From Laboratory to Clinical Trials. Molecules, v. 24, n. 7, p.1251, 2019.

FULLER, R. et al. Yeast-derived β-1,3/1,6 glucan, upper respiratory tract infection and innate immunity in older adults. Nutrition, v. 39-40, p. 30-35, 2017.

TALBOTT, S.M.; TALBOTT, J.A. Baker’s yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. Journal of the American College of Nutrition, v. 31, n. 4, p. 295-300, 2012.

MAH, E. Beverage Containing Dispersible Yeast β-Glucan Decreases Cold/Flu Symptomatic Days After Intense Exercise: A Randomized Controlled Trial. Journal of dietary supplements, v.17, n. 2, p. 200-210, 2020.

pascoa

Claro que tudo na vida é feito de equilíbrio, né, monstro, mas a gente sabe que colocar o shape não é fácil e que você não vai jogar todo o trabalho duro fora neste feriado. O importante é estar bem com você e com suas escolhas, mas, como nossa intenção aqui é se divertir, aposto que você também vai se identificar com essas situações. 😉

1.E aí, monstro, quais os planos para a Páscoa?

Afinal, a melhor parte do feriado é ter a academia só para você.

2.Quando me perguntam o que eu quero ganhar

Colocar o shape: melhor presente! E o melhor, ninguém precisa me dar, eu é que vou conquistar.

3.Toma aqui um chocolate

Tô de boa, tenho aqui o meu Whey.

4.Resistiu às tentações do feriado, monstro?

Então, comemora!

 

isa tamy e victor

Os atletas do #TeamNewMillen Isa Pecini, Victor Mutante e Tamy Gonçalves, já conquistaram um lugar no pódio de competições de fisiculturismo. Eles falaram sobre a  suplementação que utilizam. Se liga!

Como toda conquista exige um preparo, a tarefa para competições nunca é algo fácil. A rotina rígida de treinos e dietas conciliadas com a vida pessoal é o primeiro desafio que eles devem superar.

Preparação

O preparo antes das competições exige uma rotina disciplinada e focalizada para o atleta que deseja de fato ter destaque.  Ter um bom resultado não é sinônimo de satisfação total, mesmo com um lugar no pódio, os campeões estão sempre pensando no que podem melhorar.

#TheBestResult

Além de toda dedicação aos treinos, os monstros contam com a suplementação para dar aquele up necessário!Lembrando que cada organismo é de um jeito, portanto, busque a ajuda de um nutricionista.

Confira os suplementos #NewMillen utilizados por eles:

Isa Pecini – ISO Whey (no pré e pós-treino), Glutamine, L-Carnitina, Adrenalin e o C4 Beta Pump.

Victor Mutante – Picolinato de Cromo, L-Carnitina, Thermo, Policomplex, Protein Black, BCAA, Glutamine (combinado com o ISO Whey), Ômega 3 e Osteoflex.

Tamy Gonçalves – Protein Black, Isolate Protein, Policomplex, Osteoflex, Colágeno Hidrolisado, Thermo, Ômega 3, L-Carnitina, Glutamine, C4 Beta Pump, BCAA e Picolinato de Cromo.

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Whey protein – benefícios muito além do esporte!

O aumento do consumo de proteínas de boa qualidade, sempre levando em consideração o todo da alimentação do indivíduo, promove diferentes benefícios para a saúde, tais como o aumento da sensação de saciedade, a hipertrofia, a prevenção de sarcopenia em idosos (além de reduzir o risco de quedas e fraturas) e o auxílio na redução de gordura corporal com preservação da massa magra. Além disso, alguns estudos abordam o efeito termogênico que uma alimentação mais rica em proteínas pode promover ao organismo.

whey protein,
O whey protein, conhecido como proteína do soro do leite, é obtido através de um processo de filtração, é separado em duas frações: uma, para a formação de concentrados, e outra, de isolados. A fração concentrada do soro do leite, normalmente, é caracterizada por um teor proteico de 20 a 90% de proteínas e quantidades significativas de lactose, gordura e outros componentes. Porém alguns processos tecnológicos permitem a retirada de alguns desses compostos, como a lactose, obtendo produtos mais puros e com menor grau de probabilidade de causar intolerâncias.

A sua maior aplicabilidade é na nutrição esportiva, usado para a melhora da força muscular, principalmente, visando à hipertrofia. Um estudo recente (2018) avaliou os efeitos da suplementação de whey protein (WP), utilizado imediatamente antes e após um modelo de treinamento resistido de exercícios, sobre a massa muscular e esquelética, a força e a capacidade funcional em mulheres idosas, para isso, 70 mulheres com idade superior a 60 anos foram, aleatoriamente, separadas em grupos suplementados com proteína do soro do leite, antes e após o treinamento, e com placebo. Cada grupo ingeriu 35 gramas de WP ou placebo, com uma duração de 12 semanas de intervenção.

Foram avaliados parâmetros de composição corporal, força muscular, capacidade funcional e ingestão alimentar pré e pós-intervenção. O principal achado, ao analisar os resultados, foi que a suplementação com WP aumentou a força muscular, melhorou a composição corporal de massa magra e potencializou a capacidade funcional em idosas que realizaram sessão de treinamento resistido, principalmente, no período pós-treinamento.

 

REFERÊNCIAS

PASCHOAL, V.; NAVES A. Tratado de Nutrição Esportiva Funcional. São Paulo: Roca, 2014.

NABUCO, H.C.G. et al. Effects of Whey Protein Supplementation Pre- or Post-Resistance Training on Muscle Mass, Muscular Strength, and Functional Capacity in Pre-Conditioned Older Women: A Randomized Clinical Trial. Nutrients, v.10, n.5, p.563, 2018.

LIAO, Y. et al. Prospective Views for Whey Protein and/or Resistance Training Against Age-related Sarcopenia. Aging and Disease, v. 10, n. 1, p.157–173, 2019.

MOLLAHOSSEINI, M. et al. Effect of whey protein supplementation on long and short term appetite: A meta-analysis of randomized controlled trials. Clinical Nutritional ESPEN, p.34-40, 2017.